terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Dentro da Mata é Finalista - Premio Brasil Criativo

Dentro da Mata o projeto concorre na categoria artes visuais - FINALISTA

Ao recriar as matas o objetivo é que o visitante se sinta de verdade na natureza.

A sensação é de estar do lado de fora, mesmo estando dentro do local expositivo cada detalhe, cria um mundo paralelo, troncos de madeira encontrados nas matas, paredes em tons pasteis, lembrando as matas de transição, e paredes em tons mais escuros como o verde e ou preto lembrando a mata mais densa, a iluminação imita a luz do sol, só falta o canto dos pássaros.  


O Projeto surgiu em 2010, no SESC - Arsenal em Cuiabá proposta itinerante, ao todo já foi apresentada em 13 Estados são eles: Cuiabá/MT/, Teresina/PI, Macapá/AP, São Luiz/MA, Manaus/AM, Porto Velho/TO, Belém/PA, no Museu de Arte Contemporânea de Jataí/GO, no Museu de Arte de Blumenau/SC, Centro Cultural da Câmara dos Deputados em Brasília/DF, Paço das Artes /SP e no Instituto Cultural Germânico em Niterói/RJ e recentemente foi apresentado no MARCO – Museu de arte Contemporânea de Campo Grande /MS.

O Projeto  visa um registro e a circulação do trabalho do artista, para além do circuito ao qual ele está habituado a apresentar seu trabalho, Miguel Penha é um dos raros artistas a experimentar a densa paisagem brasileira ao mesmo tempo em que a transfere para o campo da pintura, haja vista a sua origem em tribos indígenas e vivências de décadas no cerrado do centro oeste brasileiro.

Miguel Penha apaixonado pela natureza, se cercou das matas, ao escolher como refúgio a cidade de Chapada dos Guimarães, faz desse local um estúdio a céu aberto, um paraíso natural que o inspira, e aperfeiçoa suas telas, pintando obsessivamente o contraste de luz, o reflexo na água, os detalhes das diferentes espécies, difícil parar, difícil não pintar, o amanhecer o pôr do sol, as várias transformações e mudanças. 

Cada estação do ano, um sol diferente, um riacho diferente, um céu multicolorido, o cerrado brilhando no sol intenso do Mato Grosso, troncos prateados, rosados, amarelos as cores não tem fim.



sábado, 26 de novembro de 2016

Miguel Penha artista plástico semifinalista para o Premio Brasil Criativo


Dentro da Mata o projeto concorre na categoria artes visuais.

Ao recriar as matas o objetivo é que o visitante se sinta de verdade na natureza.

A sensação é de estar do lado de fora, mesmo estando dentro do local expositivo cada detalhe, cria um mundo paralelo, troncos de madeira encontrados nas matas, paredes em tons pasteis, lembrando as matas de transição, e paredes em tons mais escuros como o verde e ou preto lembrando a mata mais densa, a iluminação imita a luz do sol, só falta o canto dos pássaros. 


O Projeto surgiu em 2010, no SESC - Arsenal em Cuiabá proposta itinerante, ao todo já foi apresentada em 13 Estados são eles: Cuiabá/MT/, Teresina/PI, Macapá/AP, São Luiz/MA, Manaus/AM, Porto Velho/TO, Belém/PA, no Museu de Arte Contemporânea de Jataí/GO, no Museu de Arte de Blumenau/SC, Centro Cultural da Câmara dos Deputados em Brasília/DF, Paço das Artes /SP e no Instituto Cultural Germânico em Niterói/RJ e recentemente foi apresentado no MARCO – Museu de arte Contemporânea de Campo Grande /MS.

O Projeto  visa um registro e a circulação do trabalho do artista, para além do circuito ao qual ele está habituado a apresentar seu trabalho, Miguel Penha é um dos raros artistas a experimentar a densa paisagem brasileira ao mesmo tempo em que a transfere para o campo da pintura, haja vista a sua origem em tribos indígenas e vivências de décadas no cerrado do centro oeste brasileiro.

Miguel Penha apaixonado pela natureza, se cercou das matas, ao escolher como refúgio a cidade de Chapada dos Guimarães, faz desse local um estúdio a céu aberto, um paraíso natural que o inspira, e aperfeiçoa suas telas, pintando obsessivamente o contraste de luz, o reflexo na água, os detalhes das diferentes espécies, difícil parar, difícil não pintar, o amanhecer o pôr do sol, as várias transformações e mudanças. 

Cada estação do ano, um sol diferente, um riacho diferente, um céu multicolorido, o cerrado brilhando no sol intenso do Mato Grosso, troncos prateados, rosados, amarelos as cores não tem fim.

A votação já está rolando pelo app do Prêmio Brasil Criativo, não percam tempo e mobilizem a rede para Dentro da Mata ser finalistas da premiação oficial da Economia Criativa do Brasil. Para votar escolha a categoria Artes Visuais/Dentro da Mata, e vamos levar a arte do Mato Grosso para São Paulo.

Sobre o Prêmio Brasil Criativo

O Prêmio Brasil Criativo valoriza a criatividade presente na alma de todo brasileiro: seja na criação da famosa gambiarra, fazendo muito com pouco, seja na explosão de startups, patentes e descobertas em centros de pesquisa e inovação espalhados por todo o país. Em um ano marcado por tantas manifestações, crises institucionais, proibições e repressões, a segunda edição do prêmio celebra a liberdade como aspecto essencial para o desenvolvimento de uma sociedade em que a criatividade é um direito.

O Prêmio Brasil Criativo abrange cinco campos de interesse da economia criativa: Criações Culturais e Funcionais, Audiovisual e Literatura, Patrimônios, Artes de espetáculo e Expressões culturais além do prêmio de Reconhecimento por Trabalho Consagrado.

Separado em5 diferentes etapas, sendo a primeira dela as inscrições eu fui selecionado pelos curadores, e agora a eleição por voto popular na internet da qual estou fazendo parte e convido todos para votarem.

domingo, 3 de abril de 2016

Dentro da Mata recria


Dentro da Mata ao recriar as matas pintados por Miguel Penha, o objetivo é que o visitante se sinta de verdade na natureza.

A sensação é de estar do lado de fora, mesmo estando dentro do local expositivo

Cada detalhe, foi escolhido para criar esse mundo paralelo, troncos de madeira encontrados nas matas, paredes em tons pasteis, lembrando as matas de transição, e paredes em tons mais escuros como o verde e ou preto lembrando a mata mais densa, a iluminação imita a luz do sol, só falta o canto dos pássaros.

O Miguel Penha de descendência indígena, apaixonado pela natureza, se cercou das matas, ao escolher como refúgio a cidade de Chapada dos Guimarães, faz desse local um estúdio a céu aberto, um paraíso natural que o inspira, e aperfeiçoa suas telas, pintando obsessivamente o contraste de luz, o reflexo na água, os detalhes das diferentes espécies, difícil parar, difícil não pintar, o amanhecer o pôr do sol, as várias transformações e mudanças.

Cada estação do ano, um sol diferente, um riacho diferente, um céu multicolorido, o cerrado brilhando no sol intenso do Mato Grosso, troncos prateados, rosados, amarelos as coroes não tem fim.